O Seminário Espiritualidade Emocionalmente Saudável (MEES) ajuda a desvendar a superespiritualidade de muitas igrejas que não conseguem lidar honestamente com nossa fragilidade espiritual e emocional. Ele nos mostra como o evangelho liberta ao admitirmos nossa fragilidade e nos indica muitas maneiras práticas para avançar. Recomendo a todos os pastores e líderes.
Tim Keller
Atravessamos momentos difíceis na Willow, onde vimos as consequências de problemas emocionais que não tinham sido tratados. Então, como equipe, decidimos: Pagaremos o preço necessário para superar o passado e deixar Deus realizar um trabalho restaurador em nossas vidas. Entre a nossa liderança a saúde emocional passou a ser um dos principais valores
Bill Hybels

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O ministério Espiritualidade Emocionalmente Saudável nasceu da constatação de que áreas-chaves estavam faltando nas iniciativas de formação/discipulado espiritual da igreja.

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Seminário MEES – Seminário idealizado para líderes de igreja que desejam liderar de forma diferente, prontos a integrar dois elementos ausentes na igreja de nossos dias: saúde emocional e espiritualidade contemplativa. Abordamos esse grande problema da formação espiritual, tratando radicalmente o novo paradigma de espiritualidade emocionalmente saudável que foi desenvolvido na Igreja New Life Fellowship, a partir de seus 26 anos de história.

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

Peter Scazzero é pastor e fundou em 1987 no Queens, em New York, a New Life Fellowship Church, uma igreja grande, multirracial e internacional. Com o tempo, Peter começou a perceber a importância de lutar por incutir em sua comunidade o valor da saúde espiritual e emocional das pessoas, incluindo a dele mesmo. Aqui você encontrará respostas que argumentam sobre a relevância do Ministério Espiritualidade Emocionalmente Saudável (MEES) e do desenvolvimento de um relacionamento mais próximo com Deus, começando na liderança, para termos igrejas e líderes saudáveis, fortes, eficientes e frutíferos.
Saúde emocional é essencial a líderes de igreja porque temos visto o prejuízo causado pela ausência da saúde emocional. Quando não amadurecemos, quando arrastamos parte dessa bagagem dos nossos anos de crescimento para a liderança, tomamos decisões não baseadas na verdadeira atuação do Espírito Santo naquele momento. Decidimos com base em feridas do passado ou excessos de algum tipo. Chegou um momento em nossa igreja quando vimos as consequências do viver emocional doentio. Então, como staff, dissemos: “Vamos pagar o preço que for para deixar o passado para trás e permitir que Deus faça algo novo e permanente em nossas vidas”. A saúde emocional da nossa liderança se tornou um de nossos valores principais, ao qual damos prioridade. O trabalho no ministério inclui essa ação interna de Deus. Enfrentei recentemente algumas perdas, a perda de minha mãe e algumas outras menos dramáticas, mas conversei com alguns amigos íntimos sobre como essas circunstâncias podem afetar a maneira como estou liderando neste exato momento. A dor pode afetar como eu prego, como me relaciono com minha família e amigos e também com minha congregação.
“Espiritualidade emocionalmente saudável” significa amar de verdade. Perda, luto, entender nossa família de origem, tudo isso afeta quem somos hoje. Devemos aceitar os limites como um presente de Deus. A espiritualidade contemplativa envolve diminuir o ritmo da vida para conseguir ter tempo para estar com Deus. Espiritualidade emocionalmente saudável pode ser chamada de integridade porque é o mesmo que ser coerente: quem eu sou no exterior versus quem eu sou, de verdade, no interior. Essa integridade abrange todas as áreas da minha vida: cônjuge, família, amigos e ministério. Não dá para separar saúde emocional de maturidade espiritual.
No seu encontro com Deus, você fica impaciente. Quer que acabe logo. Se há algum pecado a ser confessado,você não medita lentamente, simplesmente diz “ops” e segue em frente. Pensamentos ricos, profundos… Você não tem tempo para reflexões. Não há tempo para a contemplação. Na pregação, para aqueles de vocês que pregam, você pega a primeira ideia que lhe vem à mente, em vez de mergulhar num texto e ruminar cada uma das verdades ali contidas. Você não tem tempo de meditar um pouco e ir além dos primeiros pensamentos. Você não percebe suas próprias emoções porque não tem tempo de lidar com elas. Longas conversas com os amigos não acontecem mais. Fico irritadiço. Pequenas coisas me chateiam mais do que deveriam. Atrasos pequenos parecem ultrajantes para mim. Começo a pressionar as outras pessoas porque meu ritmo é muito acelerado. Não permito que ninguém à minha volta relaxe e aproveite a vida. Não é tanto uma questão de pecados públicos, mas de uma vida sendo vivida de maneira muito acelerada. As consequências são muitas vezes piores do que se você cometesse um pecado intencional uma vez ou outra, porque na verdade mina toda a sua vida. Mina seu relacionamento com Deus, cônjuge, filhos, amigos, igreja, pregação, tudo!

É mais sorrateiro e danoso do que uma “pisada na bola” à moda antiga. É muitas vezes mais tolerado pela comunidade cristã do que um pecado público.  Minha vontade própria fica tão alterada, e quando estou acelerado, geralmente estou fazendo minha vontade e não a de Deus. Sei o quanto sou perigoso. Ultrapasso essa linha e é como se todo o inferno fosse liberado. As coisas ficam girando e não há fruto. Mesmo que as coisas estejam sendo bem feitas do lado de fora, dentro de mim sei que estou ausente, desconectado. Podemos fazer nossa igreja crescer e não é o brilho de Deus de forma alguma. Nosso ritmo não honra a Deus. Posso fazer uma igreja chegar aos cinco mil membros e o Senhor vai dizer: “Peter, nunca pedi a você que fizesse isso. Esse era o trabalho do Joe da rua de baixo. Você devia conduzir a igreja para este lugar, liberar esses obreiros e, na verdade, algumas dessas pessoas deveriam sair de sua igreja e começar outras igrejas”. O que nos difere dos líderes do mundo corporativo é que, sim, você quer aprender habilidades de liderança, mas nós lideramos a partir de uma profunda vida interior com Deus. Nós fazemos a vontade dele. Isso é sucesso para nós. Sucesso não são números, prédios, quantidade de pequenos grupos. É realmente: “Estou fazendo a vontade de Deus, pessoalmente, e nossa igreja está fazendo a vontade de Deus?”. Então, o fato de que podemos fazer algo, como ter mais um culto, não significa que é o tempo de Deus. Você só pode entregar aos outros o que há dentro de você, e como sabem, as rachaduras estão lá e elas virão para fora. A barragem vai estourar, e é um lugar muito assustador para se estar.

Saul é um ótimo exemplo. Saul era ungido e recebera dons. Ele tinha tremendos dons de liderança, mas estava emocio-nalmente desapercebido de seu ciúme, sua teimosia. Ele estava fazendo o trabalho, derrotando os amalequitas. Mas ele não pas-sava tempo com Deus como Davi fazia. Você não o vê escrevendo salmos, ansiando por Deus. Foi uma queda vertiginosa. Em vez de olhar para Deus, preciso que você reconheça meu trabalho e me parabenize. Estou pregando o evangelho, mas estou vivendo a lei. É tão fácil usar Deus para minhas próprias necessidades não satisfeitas lá do passado, como sentir-se inadequado, idiota… Porque não estou diminuindo o ritmo nem dando atenção a essas questões mais importantes. Acho que estou passando porque ninguém à minha volta está me fazendo as perguntas difíceis. Você não tem o fruto em longo prazo, a transformação de vidas. Só pode ser algo que resulta de poder – uma vida numa vida. Como líderes, achamos que podemos conseguir tudo rápido e fácil. Podemos pregar de uma forma sobre a alegria em Jesus, mas na verdade não queremos que as pessoas imitem nossa vida, porque estamos vivendo de outra forma. Nossa vida está fora de controle. Isso está bem longe da afirmação de Paulo: “Sejam meus imitadores como eu sou de Cristo”. Penso que chegar a essa coerência é nosso primeiro grande desafio, é nosso ministério.

É mais sorrateiro e danoso do que uma “pisada na bola” à moda antiga. É muitas vezes mais tolerado pela comunidade cristã do que um pecado público.  Minha vontade própria fica tão alterada, e quando estou acelerado, geralmente estou fazendo minha vontade e não a de Deus. Sei o quanto sou perigoso. Ultrapasso essa linha e é como se todo o inferno fosse liberado. As coisas ficam girando e não há fruto. Mesmo que as coisas estejam sendo bem feitas do lado de fora, dentro de mim sei que estou ausente, desconectado. Podemos fazer nossa igreja crescer e não é o brilho de Deus de forma alguma. Nosso ritmo não honra a Deus. Posso fazer uma igreja chegar aos cinco mil membros e o Senhor vai dizer: “Peter, nunca pedi a você que fizesse isso. Esse era o trabalho do Joe da rua de baixo. Você devia conduzir a igreja para este lugar, liberar esses obreiros e, na verdade, algumas dessas pessoas deveriam sair de sua igreja e começar outras igrejas”. O que nos difere dos líderes do mundo corporativo é que, sim, você quer aprender habilidades de liderança, mas nós lideramos a partir de uma profunda vida interior com Deus. Nós fazemos a vontade dele. Isso é sucesso para nós. Sucesso não são números, prédios, quantidade de pequenos grupos. É realmente: “Estou fazendo a vontade de Deus, pessoalmente, e nossa igreja está fazendo a vontade de Deus?”. Então, o fato de que podemos fazer algo, como ter mais um culto, não significa que é o tempo de Deus. Você só pode entregar aos outros o que há dentro de você, e como sabem, as rachaduras estão lá e elas virão para fora. A barragem vai estourar, e é um lugar muito assustador para se estar.

Ela pode perguntar ao cônjuge e às pessoas que trabalham perto dela, se tiver a coragem. “Como você me vê? Como tenho agido? Sou inofensivo?” Se alguém disser: “Peter, odeio seus sermões. Seu último sermão foi uma droga”. E como eu respondo? “Problema seu!”? Ou sou capaz de dizer: “O que você achou que estava tão ruim?” Isso não ofende. A pessoa pode se abrir. É uma jornada. Sei que nunca alcançamos a completa semelhança de Cristo. E há uma ferramenta para diagnóstico que apresento no MEES. Alguns tópicos incluem romper o poder do passado, tristeza e perda, limites, vulnerabilidade…

É mais sorrateiro e danoso do que uma “pisada na bola” à moda antiga. É muitas vezes mais tolerado pela comunidade cristã do que um pecado público.  Minha vontade própria fica tão alterada, e quando estou acelerado, geralmente estou fazendo minha vontade e não a de Deus. Sei o quanto sou perigoso. Ultrapasso essa linha e é como se todo o inferno fosse liberado. As coisas ficam girando e não há fruto. Mesmo que as coisas estejam sendo bem feitas do lado de fora, dentro de mim sei que estou ausente, desconectado. Podemos fazer nossa igreja crescer e não é o brilho de Deus de forma alguma. Nosso ritmo não honra a Deus. Posso fazer uma igreja chegar aos cinco mil membros e o Senhor vai dizer: “Peter, nunca pedi a você que fizesse isso. Esse era o trabalho do Joe da rua de baixo. Você devia conduzir a igreja para este lugar, liberar esses obreiros e, na verdade, algumas dessas pessoas deveriam sair de sua igreja e começar outras igrejas”. O que nos difere dos líderes do mundo corporativo é que, sim, você quer aprender habilidades de liderança, mas nós lideramos a partir de uma profunda vida interior com Deus. Nós fazemos a vontade dele. Isso é sucesso para nós. Sucesso não são números, prédios, quantidade de pequenos grupos. É realmente: “Estou fazendo a vontade de Deus, pessoalmente, e nossa igreja está fazendo a vontade de Deus?”. Então, o fato de que podemos fazer algo, como ter mais um culto, não significa que é o tempo de Deus. Você só pode entregar aos outros o que há dentro de você, e como sabem, as rachaduras estão lá e elas virão para fora. A barragem vai estourar, e é um lugar muito assustador para se estar.

Eu Acredito que nós, pastores e líderes, não podemos levar as pessoas aonde ainda não chegamos. E não podemos dar às pessoas aquilo que não temos. Podemos amar com amor humano, mas não com o amor de Cristo, a menos que esteja transbordando de nós. Minha tarefa número um como pastor e como líder é estar com Deus, a partir disso consigo liderar para Deus. Meu papel é fazer Sua vontade, não a minha, nem a vontade dos outros. Eu o sigo a despeito de aonde isso irá me levar. Permanecer nesse lugar exige uma vida interior, sendo nutrida e bebendo de Cristo. Não viva com base na espiritualidade dos outros e não deixe que o seu povo viva da espiritualidade de outros. Temos de ir antes deles, temos de
liderar primeiro. Devemos dizer: “Siga-me”, ao menos em grandes feitos, mas não como produção em massa. Isso enquanto você segue Cristo e encontra seu caminho.

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PETER SCAZERRO

O MEES explora a maneira de desenvolver uma cultura eclesiástica, a começar com os pastores, onde a maturidade espiritual e a saúde emocional são consideradas inseparáveis e onde o trabalho para Jesus flui de uma vida com Jesus.

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